Maíra Ferreira

Atendimento psicológico exclusivamente online, para homens e mulheres que vivenciam sofrimento emocional persistente e buscam um cuidado ético, respeitoso e verdadeiramente humano.

Minha prática parte do entendimento de que o sofrimento não é fraqueza individual — ele é complexo, atravessado por dimensões psíquicas, sociais e históricas. Por isso, cada intervenção é pensada com responsabilidade: nem toda técnica ajuda, e algumas podem ferir.

Ofereço um espaço clínico seguro, com intervenções intencionais e sustentáveis, articulando psicanálise, escrita e um pensamento próprio centrado na não-violência psíquica.

Porque tornar a vida mais suportável exige mais do que escuta — exige compromisso, precisão e cuidado real.

QUANDO A PSICOTERAPIA PODE SER UM CAMINHO

Como a terapia ate ajudar?

O sofrimento psíquico não se apresenta da mesma forma para todas as pessoas.

Ele é atravessado por histórias de vida, posições sociais, experiências de pertencimento, trabalho, migração e racialização.

Abaixo, algumas formas recorrentes pelas quais esse sofrimento pode se apresentar:

Ética, profunda e da não-violência psíquica

MÉTODO CLÍNICO - Psicanálise

A psicoterapia faz sentido quando o sofrimento deixa de ser pontual e passa a se repetir, desgastar e aprisionar. É um espaço de escuta e cuidado que fortalece a segurança interna, amplia limites possíveis e sustenta formas mais autônomas e dignas de viver.

A Psicanálise não promete alívio imediato nem soluções prontas. É um trabalho clínico sério, fundamentado no método freudiano, que se orienta pela palavra, pela escuta do inconsciente e pela singularidade de cada sujeito.

Reconheço que a violência psíquica também pode ocorrer em contextos terapêuticos, especialmente quando experiências racializadas são negadas ou silenciadas. Por isso, ofereço uma escuta ética que considera os atravessamentos sociais do sofrimento sem reduzir o sujeito a rótulos ou explicações simplistas.

Meu trabalho não busca “consertar” ninguém, mas criar condições para que novas formas de existir possam emergir — sem fragmentação, sem normalização forçada e sem revitimização. Um espaço onde sofrer não signifique ser violentado novamente.

DEPOIMENTOS

O que dizem os pacientes: